fecho de escolas: AS FALÁCIAS MINISTERIAIS
A Ministra em declarações às têvês pretende deitar-nos poeira para
os olhos no que diz respeito à brutal supressão de escolas em todo o
país.
Um estudo elaborado pelo próprio ministério aponta para
a "necessidade" de se encerrarem cerca de 2400 escolas em todo o
país. Claro que estas escolas não
vão ser encerradas
Mas
dimensão do cataclismo que ela e o seu governo tencionam levar a
cabo.
A falácia da ministra em relação aos motivos que levam o governo a
fechar estas escolas (grande parte situada em meio rural) seria
cómica se não tivesse que ver com um futuro mais negro para centenas
de milhares de crianças e suas famílias. Justamente, crianças que
estão em meios socio-económicos mais desfavorecidos.
Argumenta a ministra que as escolas que apresentam menos de 20
alunos e um baixo rendimento escolar deverão ser encerradas e os
alunos transferidos para outras escolas. Supostamente, a existência
de um baixo número da alunos seria a CAUSA do baixo rendimento. Que
enorme falácia! É evidente que - sendo estes alunos de meios rurais,
com menos oportunidades de aprender, pelo background das suas
famílias maioritariamente pertencentes às camadas mais empobrecidas
da população - como poderia ser de outro modo?
A existência de insucesso escolar vai continuar e agravar-se pois a
causa não reside no fraco número de alunos por escola, mas sim em
factores socio-económicos.
A verdadeira razão por que o ministério vai encerrar as escolas é
para "poupar" nos ordenados dos professores e auxiliares de acção
educativa e nas instalações. Isto, em teoria, não seria
necessariamente uma política criminosa. Poderia corresponder a uma
racionalização de recursos. Porém tal não é assim; a prová-lo basta
ver que PRIMEIRO vão transferir as crianças e só DEPOIS vão investir
em obras e equipamentos necessários para melhorar as condições de
ensino-aprendizagem destas mesmas crianças.
Há ainda outro motivo para esta "mortandade" de escolas: é que ao
contrair brutalmente a oferta da rede pública de educação está a
PROPORCIONAR AS CONDIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO NEGÓCIO DOS
COLÉGIOS PRIVADOS.
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FESAL-E pelo sindicalismo de base e alternativo: http://www.fesal.it
fesal-portugal@hotmail.com
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Campaña de envío de fax al Ministerio de Educación de Portugal en
solidaridad con la lucha en defensa de |
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SP CGT | FESAL |
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Los
compañeros de |
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El gobierno de Portugal está apostando por
una concentración de escuelas y tiene planes para cerrar más de 2.400
escuelas básicas en todo el territorio nacional. Con el pretexto de qué son
escuelas con muy pocos alumnos, promueven asi aún una mayor despoblación de
zonas rurales y supone, también, una disminución de la escuela pública. En las ciudades también
se observa esta apuesta por cerrar escuelas secundarias (Institutos) que
tienen buenas condiciones. Un ejemplo de esta política es Los alumnos cierran
mañana las puertas de la escuela en señal de protesta. Los profesores y
funcionarios han realizado una asemblea general, el pasado miércoles (8 de
feberero), donde expusieron sus angustias y protestos por lo que se intenta
imponer de forma totalmente autoritaria, una fusión que en realidad no es
otra cosa que la desaparición de nuestra escuela (fundada en 1928 y ubicada
en esta sede desde 1949). Más de cuatrocientas firmas ha recibido en
carta abierta a Por todo lo expuesto hacemos un llamamiento
a la solidaridad activa y os pedimos remitáis textos de protesta al
Ministerio de Educación de Portugal: FAX, Min.
Educación:(351) 213 970 310 También os rogamos mandéis copia a Federação Europeia de Sindicalismo
Alternativo - Educação (FESAL-E) http://www.fesal.it/
http://groups.yahoo.com/group/fesale_portugal/
e-mails: fesale_portugal@yahoogroups.com A Esc. Sec. D. João de Castro (Lisboa) sob ataque,
defende-se e apela à solidariedade militante dos trabalhadores e estudantes. Anunciada que foi a intenção do Ministério
em "fundir" a Esc. Sec. D. João de Castro com a Esc. Sec. Fonseca
Benevides, teve-se durante algum tempo a esperança de que o edifício da Esc.
Sec. D. João de Castro, em melhores condições de espaço e de conservação,
fosse retido. No entanto, o interesse do governo é alienar o terreno desta
escola situada no cimo da colina de Sto Amaro e com uma esplêndida vista para
o estuário. Por isso, a solução retida foi a de desactivar a Esc. Sec. D.
João de Castro, com uma suposta "fusão" com a Esc. Sec. Fonseca
Benevides que, todos sabem, irá redundar numa perda de qualidade educativa,
para todos, não apenas para os 300 alunos actuais da Esc. Sec. D. João de
Castro, como também para os actuais (cerca de 500) e futuros alunos da E.S.
Fonseca Benevides. Os interesses economicistas, com a mais que
provável alienação para construção de um hotel ou condomínio de luxo,
prevaleceram, mais uma vez, sobre os interesses da população escolar. Os argumentos do Ministério não têm
consistência. Consideram que a vizinha Esc. Rainha D. Amélia tem capacidade
para acolher a população escolar da zona. Se isso fosse assim, então deveria
haver indícios seguros de que iria manter-se a baixa percentagem de população
em idade escolar, ao longo dos próximos anos. Pelo contrário, prevê-se que na
próxima década a população total da zona cresça de cerca de 22 mil pessoas, a
maioria das quais em idade de ter filhos, visto que as freguesias de
Alcântara e Ajuda estão a transformar-se em importantes pólos residenciais.
Isto significa que a população em idade escolar irá crescer de 4 000 crianças
e adolescentes, muito proximamente: todas as escolas da rede pública da zona
ficarão "a rebentar pelas costuras". Quem é que sai favorecido disto tudo? Além
dos construtores e empresários de turismo de luxo, apenas os colégios
privados, que irão encontrar, devido ao planificado decréscimo de oferta de
Escola Pública, uma oportunidade de negócio, com o aumento de clientela. Uma escola como a Sec. D. João de Castro
(colocada em 24 º lugar no "ranking nacional") seria uma
concorrente muito incómoda para os senhores comerciantes do ensino.
Interessava portanto eliminá-la; assim está fazendo este governo, perante a
indiferença geral. Porquê? Porque as pessoas ainda não
perceberam que a destruição da Escola Pública é de facto um enorme recuo da
democracia, dos direitos sociais, do mesmo modo que a destruição do sistema
de Segurança Social e do Serviço Nacional de Saúde. Porém os alunos, encarregados de educação e
população em geral da zona, e não apenas o seu corpo docente e seus
funcionários, todos/as vêem como um crime, o que se está a passar. Quem conhece os respectivos recintos e
edifícios sabe que havia todas as razões (do ponto de vista do interesse
pedagógico) para a fusão com a Esc. Sec. Fonseca Benevides se concretizar no
edifício do Alto de Sto Amaro, onde funciona desde Está prevista uma Reunião Geral de Alunos no
próximo dia 7 (Terça) convocada pela Associação de Alunos. Pensamos que é
tempo de todas as Escolas da região de Lisboa e em especial da AP1 se
mobilizarem em defesa do património escolar e cultural e contra a perda de
qualidade pedagógica. Apelamos à
solidariedade activa, com envio de cartas de protesto contra a medida do M.E.
, de outras escolas, das associações de estudantes, dos sindicatos, das
associações de pais, etc. para a Esc. Sec. D. João de Castro ( FAX: 21
361 64 97). Lisboa, 03 de Fevereiro
de 2006 Núcleo português da FESAL-E Federação
Europeia de Sindicalismo Alternativo - Educação Na FESAL-E, temos a prática da democracia
directa, com ampla descentralização e coordenação das nossas acções. Isto
significa que somos uma rede aberta, em expansão permanente, onde todas e
todos têm a palavra e a decisão, onde as tomadas de posição colectivas e as
estratégias são decididas democraticamente, por assembleias deliberativas,
onde realmente são tomadas as decisões. Somos uma organização aberta, não
carecendo de mais do que estar-se de acordo com os nossos estatutos e de
desejar-se participar activamente nas lutas, como únicas condições de adesão fesale_portugal@yahoogroups.com
fesale_portugal-subscribe@yahoogroups.com |
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Date
Wed, 15 Feb 2006 18:51:20 +0200
Dear
comrades,
Once again, the self-organized students of the D. João de Castro Secondary
School locked the gates of the school today and gathered outside shouting
slogans and chanting against the closure of the school ordered by the Ministry
(supposedly to be merged with the Fonseca Benevides Secondary School).
Later, around 150 students together with some teachers and school employees got
aboard two buses and got off at Praça de Saldanha. We formed a march with
banners and placards containing slogans like "the ministry is wrong to
close D.
João school" and "D. João united will never be defeated", and
proceeded down
Av. October 5 to the Education Ministry buildings.
There, a delegation handed an official a copy of a leaflet containing scale
maps of the two school buildings, the D.João de Castro and the Fonseca
Benevides school which is planned to house the 2 merged schools! (See
http://pt.indymedia.org/cidades/c1/imgpublico/1139852293452b7096dc.JPG )
One student member of the delegation demanded an explanation as to why they had
chosen to shut down the D.João de Castro School and also demanded an answer to
the letter sent to the Minister containing over 400 signatures, collected in
the space of just one week and give formally delivered to the Ministry on
January 30th.
After leaving the Min. of Education building, we were interviewed by several
journalists.
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1247825&idCanal=74
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1247805
http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/200602D.+Joao+de+Castro+encerrada+a+cadeado.htm
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=191652&idselect=21&idCanal=21&p=94
Our initiative is being reported in the media and winning against an autocratic
Ministry that is unwilling to listen or to engage in dialogue with us.
The Ministry wants to "stage-manage" the process in the
"gentlest" possible
way, without making waves, for what it counts with the embarrassed silence of
those who refrain from taking a position on the matter, a matter which is
within the remit of the unions and which is, above all, a case of the defence
of State education against neo-liberal plans for privatization and for the
impoverishment of the education system!
So far, the FESAL-E (both its Portuguese Collective and other member
organizations of this European federation such as the Spanish CGT, the
Independent Union of Students and Apprentices of Italian-speaking Switzerland -
SISA) and the recently-created Libertarian Student Union (Coimbra) have
demonstrated their solidarity.
It is important to widen the scale of that support to include all progressive
forces, especially anti-capitalists and libertarians. This resistance is a
first response to a vast plan to close schools all over the country, a plan
that has already been announced by the Education Ministry.
Please send letters of protest and solidarity to the Minister with copies to
the D. João de Castro School.
Below(*) you will find a suggested text, together with the necessary fax
numbers.
Solidarity,
Manuel Baptista
(*)Sample text:
NÃO AO ENCERRAMENTO DA ESCOLA D. JOÃO DE CASTRO.
EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA.
NÃO À
ESPECULAÇÃO.
NO TO THE
CLOSURE OF ESCOLA D. JOÃO DE CASTRO.
DEFEND THE STATE SCHOOLS SYSTEM.
NO SPECULATION!
Education Ministry fax no.: (+351) 213 970 310
Please also send a copy to the School:
Escola D. João de Castro fax no.: (+351) 21 361 64 97
Campagne
solidaire avec la lutte pour la défense de l’École Publique au Portugal
by CGT Wednesday, Feb 15 2006, 6:09pm
iberia / education / appeal / petition
Le gouvernement
portugais a décidé de concentrer les enfants dans les écoles et a décidé de
fermer plus 2.400 écoles primaires dans tout le pays. Avec le prétexte que ces
écoles ont trop peu d’élèves il est en train de stimuler l’abandon des zones
rurales et de diminuer le réseau d’écoles publiques.
Nos Camarades de
Nous vous prions que
vous envoyez des fax de protestation au Ministério da Educação (voir
ci-dessous) et aussi de fax de soutien aux Camarades de l’École D. João de
Castro.
Le gouvernement
portugais a décidé de concentrer les enfants dans les écoles et a décidé de
fermer plus 2.400 écoles primaires dans tout le pays. Avec le prétexte que ces
écoles ont trop peu d’élèves il est en train de stimuler l’abandon des zones
rurales et de diminuer le réseau d’écoles publiques.
Dans les villes,
cette politique se traduit par la fermeture de lycées et autres établissements
secondaires, avec de bonnes conditions de travail. Un exemple de cette
politique est l’École D. João de Castro ; elle a la ‘chance’ d’être au sommet
d’une colline face à l’estuaire du Tage, avec une superbe vue. C’est pour cette
raison là qu’ils veulent la fermer. Mais avec une énorme hypocrisie le
Ministère de la (des-) éducation dit qu’il y aura une ‘fusion’ avec une école
voisine.
Cependant le Ministère
ne dit pas que l’autre école ne possède ni l’espace, ni une qualité de
l’édifice pour loger les 300 élèves, 60 professeurs et les 30 autres
fonctionnaires de l’école "D. João de Castro".
Les élèves iront
demain [le 14 Février] fermer les portails de l’École comme forme de
protestation. Les professeurs et autres fonctionnaires ont réalisé Mercredi 8
février dernier une Assemblée Générale où ils ont exprimé leur angoisse et leur
protestation pour ce qui leur est imposé de façon totalement autoritaire, une
‘fusion’ qui n’est, en fait, que la disparition de notre école (fondée en 1928
et dans son édifice propre depuis 1949).
Une lettre ouverte a
été remise au Ministre de l’Éducation, ayant recueilli plus de 400 signatures.
Le vrai motif pour fermer cette école obéit à une logique qui n’a rien à voir
avec la qualité ou la rationalité. Les réelles motivations doivent être
cherchées ailleurs, elles sont peu claires, donc ne peuvent pas être
explicitées.
Nous sommes
conscients qu’ils veulent réduire le système d’enseignement public, pour donner
plus de place aux écoles privées. Ils veulent faire disparaître les espaces
publics pour y installer des blocs d’appartements de luxe sur cette colline de
Santo Amaro, à Lisbonne.
Pour le raison
ci-dessus, nous faisons un appel à votre solidarité active et demandons que
vous envoyez votre protestation au Ministério de Educação de Portugal:
NON À
EN DÉFENSE DE L’ÉCOLE PUBLIQUE.
NON À
NÃO AO ENCERRAMENTO DA ESCOLA D. JOÃO DE CASTRO.
EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA.
NÃO À ESPECULAÇÃO
FAX, Min.
Educação:(351) 213 970 310
Nous vous prions
d’envoyer une copie du fax à l’école :
FAX, Escola D. João de Castro: (351) 21 361 64 97
Federação Europeia de Sindicalismo Alternativo -
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Coorden. Lisboa:
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Coorden. Guarda: 96 708 03 06
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