Grazie e buon lavoro!

Lo straordinario successo a Lisbona della manifestazione del 16 settembre '04 ha dimostrato ad insegnanti, studenti, lavoratori della scuola, società portoghese, la possibilità di tornare a discutere, difendere, valorizzare la scuola pubblica ed il suo fondamentale ruolo di promozione della cultura.

Il cammino intrapreso da alcuni manifestanti, lanciare l'idea, immaginare possibile un percorso sindacale alternativo e di base è salutato da l'AltrascuolA Unicobas e da tutti coloro che partecipano alla FESAL – E con soddisfazione e il più caloroso augurio.

Le strade di coloro che si battono per la democrazia, per la libertà, per la scuola, per la libertà d'insegnamento dei docenti e la libertà d'apprendimento degli studenti si incontreranno certamente. A luta continua!

A presto quindi e buon lavoro!

Milano, 20 settembre '04

Davide Rossi

Responsabile relazioni internazionali l'AltrascuolA Unicobas

PROFESSORES APRESENTAM-SE NO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Cerca de 1700 professores de todo o país (dados da PSP presente no
local) concentraram-se em frente ao Ministério da Educação no dia 16
de Setembro e fizeram história.

Pela primeira vez, o acto simbólico da abertura do Ano Lectivo não
foi a inauguração de uma escola ou o discurso de circunstância pelo
responsável do Ministério, mas sim a apresentação (de protesto) de
professores ao serviço, indignados e representativos do
descontentamento que cresce na classe docente.

A ministra desdobrou-se em declarações incongruentes, enquanto os
secretários de estado tiveram de fazer das tripas coração para
encontrar uma escola onde pudessem distribuir beijinhos às meninas e
passou-bens aos senhores professores. Estes foram pressionados até ao
tutano para iniciarem a actividade no primeiro dia agendado para o
início do ano lectivo, apesar dos protestos da generalidade dos
docentes e de muitas associações de pais.

Em frente ao ME, a FENPROF demonstrou a sua força e determinação em
defesa da unidade de todos os docentes e dos seus interesses
profissionais. Manifestou inequivocamente a sua vontade de contribuir
com o seu saber e propostas para a melhoria das condições de
funcionamento das escolas e de trabalho dos professores. Assumiu-se
como defensora da Escola Pública. Exigiu, mais uma vez, respeito pela
dignidade dos professores e pelo direito ao sucesso dos alunos.
Insistiu na necessidade de serem responsabilizados os verdadeiros
responsáveis (técnica e politicamente).

Enquanto ontem os portugueses sentiam a insegurança da abertura de um
ano lectivo para níveis inexistentes há 26 anos, a ministra Maria do
Carmo Seabra dava um triste espectáculo de ignorância e alheamento da
verdadeira dimensão do problema, perante as câmaras da televisão, na
SIC.

FONTE: SPRC